É muito difícil para empresas tradicionais se transformarem em e-commerce? Aprenda este método e dobre seu desempenho em 3 meses!

Empresas tradicionais entram no mercadoComércio eletrônico:Não "transformação", mas "renascimento"

Você sabe quem está sofrendo mais agora? Não são as empresas tradicionais que não entraram no mercado de e-commerce, mas as empresas tradicionais que entraram no mercado, mas ainda estão confusas.

Muitos chefes acham que o comércio eletrônico é um "plus" - basta abrir uma loja online, fazer alguma publicidade e fazer algumas transmissões ao vivo e eles podem vender muito.

Acontece que: eu não ganhei dinheiro algum, mas fui jogado de um lado para o outro entre “tráfego”, “algoritmos” e “comissões de especialistas” como se tivesse participado de uma maratona física.

Na verdade, o comércio eletrônico não é tão complicado, você só precisa mudar sua mentalidade.

Agora compartilharei com vocês como empresas tradicionais podem evitar armadilhas e decolar ao entrar pela primeira vez no setor de comércio eletrônico 🚀.

É muito difícil para empresas tradicionais se transformarem em e-commerce? Aprenda este método e dobre seu desempenho em 3 meses!

1. Estratégia de comércio eletrônico das grandes marcas: não se trata de publicidade, mas sim de “poder de recursos”

Muitas grandes marcas tradicionais descobriram, depois de entrar no comércio eletrônico, que o mundo online está se tornando cada vez mais parecido com o mundo offline.

O que isso significa? Significa que a competição ainda é por recursos e canais.

A única diferença é que antes você lidava com revendedores, supermercados e lojas, mas agora eles foram substituídos por plataformas, especialistas e algoritmos.

Por exemplo, se você é uma marca conhecida, o primeiro passo é garantir recursos da plataforma, como recomendações na página inicial e exposição no ranking. Em seguida, encontre um influenciador de ponta para liderar a marca e ganhar exposição; em seguida, peça a influenciadores de nível médio que promovam sua marca.

Neste momento você tem que entender,O comércio eletrônico não se trata apenas de vender produtos, mas de “distribuição baseada em conteúdo”.

O papel do e-commerce de conteúdo é criar buzz, ou plantar sementes — para fazer com que os consumidores queiram algo. O papel do e-commerce de prateleira é colher, ou monetizar — para fazer com que os consumidores façam pedidos.

Esses dois são como "preliminares" e "clímax", nenhum deles pode faltar.

Mas há apenas um pré-requisito:O produto deve ser excelente.

Não importa o quão emocionante seja sua transmissão ao vivo, se o produto não for bom, está fadado ao fracasso. É como contratar uma celebridade para promover seu produto, mas o produto tem cheiro de pomada para frieira. Os usuários vão criticá-lo mais rápido do que vão gostar.

Portanto, o cerne do comércio eletrônico para grandes marcas não é pregar peças, mas usar recursos para ampliar bons produtos.

2. Pontos de avanço para pequenas e médias empresas: confiando no "poder do conteúdo" e no "poder do produto"

Muitas pequenas e médias empresas ficam arrepiadas quando ouvem que grandes marcas estão fazendo isso.

"Como posso pagar para contratar um âncora de primeira linha? Ainda nem toquei na 'posição de recurso'."

Fique tranquilo, sua oportunidade está em: flexibilidade.

Sem dinheiro para competir em recursos? Então, concorra em conteúdo.

O comércio eletrônico de conteúdo atual é o lugar mais fácil para "ultrapassar a curva". Você não precisa gastar dinheiro com publicidade; desde que o conteúdo seja bom, ele também pode se tornar viral.

Então a questão é: como criar conteúdo?

Resumo em duas frases:

O produto deve ser realmente bom e o conteúdo deve ser genuíno.

A força do produto significa que você precisa se concentrar na qualidade e na experiência. A aparência é melhor, a embalagem é mais diferenciada e a experiência do usuário é mais confortável.

Quando os usuários sentem que “Ah, isso é ótimo”, eles compram novamente e compartilham.

O poder do conteúdo significa que você precisa aprender a contar histórias.

Vídeos curtos, notas gráficas e transmissão ao vivo são os três fundamentos. O segredo não é o quão profissional a filmagem é, mas sim o quão autêntica, interessante e informativa ela é.

Por exemplo, se você vende sabonete artesanal, apenas tirar uma foto do produto não chamará a atenção. Em vez disso, você deve capturar todo o processo, do leite de cabra ao sabão, adicionando o elemento emocional de "lavar todos os dias traz bom humor". Assim, as pessoas curtirão, comentarão e compartilharão sua publicação.

Meus requisitos de conteúdo podem ser resumidos em seis palavras: Alta qualidade, grande quantidade, ritmo rápido.

Mais dois:Padronizado e de baixo custo.

Em outras palavras, você precisa ter um sistema: saber qual conteúdo se tornará viral e como replicar os acessos.

Quando produtos e conteúdo são bem combinados, eles são como um "par de ouro" e são invencíveis.

3. O dilema após a expansão: os algoritmos são reis, o tráfego é imposto

Mesmo que você tenha um produto e conteúdo estável, logo descobrirá que a plataforma é como um estômago grande e pode consumir qualquer quantia do seu investimento.

Por quê?

Porque os algoritmos são a arma principal da plataforma.

O que a plataforma ganha dinheiro não é com a quantidade de produtos que você vende, mas com o quanto você gasta em publicidade.

Então você tenta ao máximo atrair tráfego, obter descontos e correr para o topo das paradas, mas no final descobre que todo o dinheiro foi para o bolso da plataforma.

Neste momento, você precisa encontrar uma maneira de escapar da gaiola do algoritmo.

Como pular?

deCombinação de domínio privado e offline.

Por exemplo, use a voz on-line para enviar feedback para canais off-line.

Hoje em dia, muitos supermercados e redes de lojas primeiro verificam a popularidade da marca on-line ao selecionar produtos.

Se você tiver uma voz alta online e muitas discussões entre usuários, eles tomarão a iniciativa de discutir a cooperação.

Tenho um amigo que trabalha no ramo alimentício.抖 音Foi vendido e, mais tarde, foi notado por um grande supermercado e chegou a centenas de lojas em todo o país. O motivo é simples: o efeito de tráfego gerado pelo sucesso online foi muito bom.

Por outro lado, o tráfego de domínio privado pode ajudar você a reduzir os custos de aquisição de clientes.

Por meio de grupos do WeChat, contas oficiais e miniprogramas, você pode transformar "estranhos na era do algoritmo" em "conhecidos da marca".

Dessa forma, você não só consegue obter tráfego na plataforma, mas também manter seu próprio grupo de clientes.

4. A essência da transformação do comércio eletrônico: quando o pensamento muda, o mundo muda

Muitas empresas tradicionais pensam que comércio eletrônico significa "mudança de canal", mas estão enganadas: isso é apenas uma aparência.

A verdadeira mudança é a reformulação da "mentalidade".

No passado, você ganhava pela distribuição e publicidade, mas agora você ganha pelo conteúdo e interação.

No passado, você usava lógica B2B, mas agora você está usando lógica B2C ou até mesmo C2C.

No passado, as marcas eram para serem “vistas”; agora, as marcas são para serem “curtidas”.

Portanto, para que empresas tradicionais se transformem em e-commerce, não é tão simples quanto mudar a plataforma, mas requer uma mudança de mentalidade.

De "o que eu quero vender" a "o que os usuários querem"; de "como eu promovo isso" a "como eu faço com que ele esteja disposto a compartilhar isso".

Essa é a lógica subjacente ao pensamento do comércio eletrônico.

Conclusão: O comércio eletrônico visa cultivar a força interior, não apenas mudar a fachada

Empresas tradicionais entrando no setor de comércio eletrônico são como velhos artistas marciais praticando novas técnicas.

Você não pode levar as "regras do jogo" para jogar "jogos de e-sports".

Precisamos aprender a vencer usando novas regras e novas estratégias.

O cerne do comércio eletrônico nunca foi "vender produtos on-line", mas "contar histórias com conteúdo e entregar valor com algoritmos".

No futuro do comércio, o online e o offline não serão mais mutuamente exclusivos, mas sim integrados. Aqueles que dominarem tanto a "lógica dos algoritmos" quanto a "alma das marcas" se destacarão nesta nova era do comércio.

Uma palavra para todas as empresas tradicionais que acabaram de entrar no setor de comércio eletrônico: O comércio eletrônico não é um monstro, mas uma revolução digital para os corajosos. 🔥

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